sexta-feira, 12 de julho de 2013

Analista afirma que intenções de compra dos consoles da próxima geração poderiam estar maiores


Lewis Ward, gerente de pesquisas da IDC, afirma que as intenções de compra do Xbox One e do PlayStation 4 não estão tão altas quanto poderiam estar nos Estados Unidos. O analista afirma isso e ainda diz que a chegada de Grand Theft Auto V para a atual geração de consoles deve suprir a necessidade dos gamers de se adiantarem na compra da próxima plataforma.
Ward disse ao site do Games Industry International que essa declaração foi baseada em uma pesquisa feita pela sua empresa neste ano (2013), que abrangeu 25 países. “Um dos resultados mais surpreendentes desse estudo é que a demanda pelos novos consoles para o feriado do final de ano, não está sendo tão grande, particularmente nos Estados Unidos. Na realidade, os EUA estão apenas no quinto lugar quando olhamos sob a perspectiva de gamers que pretendem comprar um console novo dentro dos próximos 12 meses”, explica o analista.
“Isso quer dizer para mim, que os gamers pretendem esticar a vida útil de seus Xbox 360, Wii, Wii U e Playstation 3 até meados do final de ano de 2014, quando a lista de games da nova geração estará muito maior e aos problemas que acontecerem com os consoles já estiverem sido sanados”, continua Lewis, a fim de justificar sua previsão pouco otimista. “Isso também significa que games como GTA V têm bastante tempo para vender bem durante esse intervalo” finaliza ele.
Há quem discorde
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Por outro lado, há quem discorde das previsões feitas pelo gerente da IDC — como é o caso do amado e odiado analista da Wedbush, Michael Pachter, em conjunto com o analista Jesse Divnich, da consultoria especializada em videogames EEDAR. Para a dupla, o lançamento de GTA V apenas para as plataformas da atual geração não deve afetar as vendas de PS4 nem de Xbox One.
Pachter acredita que, se alguma coisa puder prejudicar as vendas das plataformas da próxima geração, será a falta de retrocompatibilidade de ambos os consoles. No entanto, “ainda é muito cedo para podermos afirmar isso”, diz o analista. Já Divnich prevê que as vendas da dupla de novidades deve ter fortes vendas durante o período das festas de Natal, uma vez que os consumidores estão claramente ansiosos para colocar as mãos nelas.
É difícil assumirmos partido nessa discussão dos analistas, devido às ótimas bases de argumentação que ambos os lados apresentam. No entanto, é fato que a atual geração está com uma fortíssima line up de lançamentos previstos ainda para este ano. Portanto, a transição da sétima para a oitava geração de consoles pode ser mais lenta do que nunca.

“Quanto mais, melhor”: PC não vai demorar em ultrapassar PS4 e Xbox One

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Em entrevista à revista Game Informer, o gerente-geral e vide-presidente da DICE, Karl-Magnus Troedsson, que também é responsável por Battlefield 4, afirmou que “quanto mais, melhor”, quando perguntado se ele achava que os 8GB de RAM GDDR5 do PlayStation 4 não eram um exagero quando comparados com os 5 GB de RAM DDR3 do Xbox One.
Em sua resposta completa, Troedsson disse: “Seja mais memória ou mais poder de CPU ou GPU (qualquer coisa relacionada ao desempenho), mais é sempre melhor, especialmente para os tipos de jogos que desenvolvemos”. E ainda, adicionou que embora o hardware dos consoles da próxima geração sejam impressionantes, não levará muito tempo para ficarem desatualizados com as últimas tecnologias.
Segundo ele, “Nós temos uma longa sucessão de jogos para PC, e esta é uma plataforma que evoluiu bem com o passar dos anos. Naturalmente, estamos empolgados com a ideia de consoles que se aproximam em poder do que o PC tem hoje para oferecer – porém, não deve demorar muito para eles serem capazes de fazer ainda mais.”
Como Battlefield 4 sai em 29 de outubro, a primeira opção para jogar provavelmente será o PC, já que os consoles da nova geração serão lançados apenas mais para o final do ano.

terça-feira, 25 de junho de 2013

EA mantém decisão de acabar com Online Pass


No mês passado, a Electronic Arts anunciou que descontinuaria o programa de Online Pass dos seus games — aquele código que vem no encarte junto com os discos e que permite ao jogador acessar modos de jogo e recursos online.
Com o anúncio do PlayStation 4 e a Microsoft voltando atrás na definição das políticas de uso do Xbox One, retirando a necessidade de autenticações a cada 24 horas e do DRM, a EA poderia adotar uma posição mais protecionista e “readotar” essa função de segurança.
Contudo, a empresa parece não ter esta intenção. John Reseburg, diretor de comunicação da desenvolvedora, em entrevista para o Polygon, afirma que "Não planejamos mudar nossa decisão sobre descontinuar o Online Pass. Ele está morto", disse o executivo.
“Como mencionamos há algumas semanas, nenhum dos novos títulos da EA incluirá Online Pass, e pretendemos removê-lo dos jogos existentes”, complementou Reseburg. “Quero deixar claro que a nossa decisão sobre o Online Pass foi baseada no feedback dos jogadores e não há nenhuma mudança”, finalizou ele.

terça-feira, 18 de junho de 2013

Presidente da Sony quer manter divisões de eletrônicos e entretenimento unificadas


O presidente e CEO da Sony, Kaz Hirai, tem um espírito fraterno e otimista. O executivo acredita que as divisões de entretenimento e eletrônicos da empresa devem se manter unificadas. Uma reunião de acionistas a acontecer no próximo dia 20 colocará em pauta essa questão.
Em maio, o executivo Dan Loeb, CEO da Third Point, um dos maiores investidores da Sony,escreveu uma carta aberta a Hirai pedindo à companhia que vendesse mais de 20% de sua divisão de entretenimento para tentar otimizar o desempenho. “A Sony Electronics sofreu resultados frustrantes na última década, com margens baixas e perdas frequentes, além de fracos retornos no capital”, escreveu Loeb.
Semana passada, como todos já sabemos, a Sony anunciou o PS4 100 dólares mais barato que o Xbox One, além de revelar que não vai adotar as políticas restritivas da Microsoft. Só o tempo dirá de que forma isso pode afetar positiva ou negativamente as ações da companhia.

Epic Games anuncia DLC Lost Relics para Gears of War: Judgment

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Jogadores que passam horas matando adversários no modo multiplayer de Gears of War: Judgment vão receber em breve novas opções de jogo através do DLC Lost Relics. O novo pacote de conteúdos adicionais vai trazer quatro mapas inéditos, novas skins para armaduras e armamentos e um modo de jogo totalmente inédito.
Conhecida como “Breakthrough”, a nova modalidade separa os jogadores em dois times com objetivos diferentes. Enquanto um deles tem que levar uma bandeira até um local determinado do cenário, o outro deve usar táticas de guerrilha para impedir que seus adversários cheguem a seu objetivo.
Entre os mapas adicionados pela produtora do game está “Checkout”, velho conhecido dos fãs da série. Além dele, se juntam ao game os cenários “Lost City”, “Museum” e “Ward”. Segundo a Epic Games, o DLC deve ser lançado ainda em junho, porém ainda não foram disponibilizados dados relacionados à data exata em que isso deve acontece tampouco foi informado o preço que será cobrado.

Produtor de Watch Dogs coloca capacidade de PS4 e Xbox One no mesmo patamar

Img_normal A guerra já está declarada faz tempo e foi oficializada na E3 deste ano. Os combatentes PS4 e Xbox One estão com arsenais diferentes para saírem ilesos – ou feridos – do campo de batalha. E, em tempos assim, qualquer declaração repercute mundo afora, seja de apoio ou de crítica.
Agora foi a vez de Dominic Guay, produtor sênior do vindouro Watch Dogs, soltar suas aspas a respeito para o site Now Gamer. E o executivo defendeu as duas plataformas. “Obviamente, existem algumas diferenças. Há os gráficos, é claro, mas há também o dinamismo da cidade. Ela é um elemento reproduzido com muito mais realidade na próxima geração, por exemplo. Os NPCs estão mais inteligentes no que fazem e na maneira como reagem às ações do jogador. E há um número muito maior deles nas ruas de uma só vez”, declarou Guay.
Após puxar sardinhas para seu jogo, o executivo equalizou as capacidades do PS4 e do Xbox One. “O hardware ainda é novo e é óbvio para nós que levará algum tempo para que o poder máximo seja atingido. O que está claro é que os dois sistemas, PS4 e Xbox One, têm poder comparável, o que é bom para nós, desenvolvedores”, ponderou.
Watch Dogs será lançado para todos os consoles e para PC. O PlayStation 3, o Xbox 360, o Wii U e o PC receberão o game no dia 22 de novembro deste ano. As versões para PlayStation 4 e Xbox One devem sair pouco após o lançamento dos consoles no mercado.

FIFA 14 para PC tem engine antiga por conta das configurações limitadas da maioria dos jogadores

Previamente, a EA Sports confirmou que, por enquanto, o motor gráfico Ignite — responsável pelos novos games de esportes da desenvolvedora — não tem suporte para o Wii U e o PC. Segundo a entrevista da Polygon com Andrew Wilson, vice-presidente executivo da EA Sports, o principal motivo é a baixa configuração de hardware da maioria dos jogadores.
Wilson comentou que não faz sentido a EA Sports investir recursos no desenvolvimento de uma versão atualizada para PCs, visto que muitos jogadores não poderão desfrutar da mesma qualidade existente nos consoles. A ideia é criar um FIFA 14 que ofereça uma boa experiência para o jogador.
Ele exemplificou dizendo que isso já ocorreu previamente nos computadores com todas as versões do jogo antes de FIFA 11 — que foi a primeira a ter gráficos e recursos semelhantes. Nos games anteriores, a EA Sports mantinha uma engine diferente no PC para garantir boas experiências com as configurações medianas da maior parte do público.
A Ignite pode aparecer nos PCs futuramente
Apesar de ser uma notícia desanimadora para os gamers de PC, Wilson comenta que a Ignite pode ganhar uma versão própria para computadores. Conforme o relato do executivo, não se trata apenas de usar o mesmo software.

Andrew Wilson é bem enfático ao citar que não basta realizar uma simples adaptação. A Ignite não foi construída para os sistemas do PlayStation 4 e do Xbox One, mas foi totalmente trabalhada para aproveitar a arquitetura dos sistemas. Isso quer dizer que ela aproveita GPU, CPU, memória RAM e outros componentes de forma única em cada console.
Ainda que os novos video games já contem com a arquitetura x86 (a mesma dos processadores de computadores), a engine de computadores deveria sofrer grandes modificações. Por fim, Wilson relata que essa mudança da Ignite para PCs deve ocorrer quando a maioria dos jogadores tiver um hardware que seja capaz de executá-la.